Oferta de Disciplinas 2017.2

COM546 – SEMINÁRIO AVANÇADO
Prof. André Luiz Martins Lemos
Quinta-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos

COM525 – TEMAS EM TEORIAS CONTEMPORÂNEAS DA COMUNICAÇÃO E DA CULTURA
Profª Leonor Graciela Natansohn
Terça-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos

COMA62 – TEORIAS DA ANÁLISE DE PRODUTOS E LINGUAGENS DA CULTURA MEDIÁTICA
Profs. Claudiane Carvalho e Giovandro Ferreira
Terça-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos

COMA76 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICA
Prof. Wilson da Silva Gomes
Terça-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos
Tema: Introdução à Democracia Digital
Modalidade: EAD
Coordenação: INCTDD

COMA66 – TEMAS EM METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE PRODUTOS E LINGUAGENS DA CULTURA MEDIÁTICA
Profª Lia da Fonseca Seixas
Quarta-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos

COM790 – PESQUISA ORIENTADA
Horário a Combinar (Trata-se de atividade, não tendo horário definido)

COM791 – TIROCÍNIO DOCENTE ORIENTADO
Horário a Combinar (Trata-se de atividade, não tendo horário definido)

 

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:

COM525 – TEMAS EM TEORIAS CONTEMPORÂNEAS DA COMUNICAÇÃO E DA CULTURA
Profª Leonor Graciela Natansohn
Terça-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos

Ementa:
Teoria decolonial, breve genealogia, principais autorxs. Feminismo decolonial nos EUA, América Latina e Brasil. O giro decolonial, a comunicação e a tecnologia digital, encontros, desencontros e desafios atuais. Ciberfeminismos desde o sul.

Desenvolvimento:
A disciplina se propõe discutir alguns dos textos fundamentais da teoria decolonial, para poder olhar as especificidades e diálogos com os feminismos decoloniais sulamericanos. A expectativa do curso é obter subsídios teóricos para poder compreender os fenômenos comunicacionais – particularmente, os de internet, tal como os ciberfeminismos, desde uma perspectiva local, crítica e interseccional.

Unidade 1
Teoria decolonial, giro decolonial, descolonização dos saberes. Colonialidade do poder, colonialidade do ser, colonialidade do saber. Ecologia dos saberes.

Unidade 2
Feminismos decoloniais: perspectivas norte-americanas, latino-americanas e brasileiras. Feminismos negros, lésbicos e afrolatinos. Interseccionalidade das opressões.

Unidade 3
A comunicação perante o pensamento decolonial. Práticas autônomas decoloniais em comunicação para pensar o ciberfeminismo do sul. A apropriação social das tecnologias digitais.
Procedimentos Metodológicos:
A disciplina, de caráter teórico, está dividida em módulos temáticos que serão desenvolvidos e explorados através de seminários (com duração de 1 hora e 30 minutos aproximadamente) e debates mediados a partir da leitura da bibliografia sugerida. Similar a um grupo de estudos, cada aula terá um ou mais textos que deverão ser lidos por todxs. É recomendável, na apresentação do seminário, que x alunx tenha uma postura crítica dos textos trabalhados e que articule os conteúdos com os de sua própria pesquisa em andamento, se for possível (e, de maneira complementar, com as dxs colegas). Para cada texto será elaborada uma ficha de leitura que deverá ser entregue na data da aula.

Avaliação:
a) Freqüência (80% das aulas); apresentação do seminário temático, ficha de leitura (80% das fichas solicitadas).
b) Entrega de um artigo científico que verse sobre um dos tópicos discutidos durante as aulas contendo 30 a 35 mil caracteres (incluindo espaços, título, resumo, notas de rodapé, referências bibliográficas); fonte Times New Roman, corpo 12, espaço 1,5; resumo de 4 a 6 linhas, corpo 10, espaço simples, respeitando as normas técnicas ABNT. O prazo final para entrega do trabalho será de 60 dias após a última aula da disciplina (ou em prazo a combinar).
Bibliografia:

ALCOFF, Linda. A epistemologia da colonialidade de Mignolo. Epistemologias do sul, Foz do Iguaçu/PR, 1 (1), pp. 33-59, 2017.
BAIRROS, Luiza. Feminismos revisitados. Estudos Feministas, Florianópolis, 2o semestre 1995, pp.458-463.
BALLESTRIN, Susana, 2013. América Latina e o projeto decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política, nº11. Brasília, maio – agosto de 2013, pp. 89-117.
CARDOSO, Claudia. Amefricanizando o feminismo: o pensamento de Lélia Gonzalez. Estudos Feministas, Florianópolis, 22(3): 320, setembro-dezembro/2014
CARNEIRO, Sueli. 2005. Enegrecer o feminismo. Geledés. https://www.geledes.org.br/enegrecer-o-feminismo-situacao-da-mulher-negra-na-america-latina-partir-de-uma-perspectiva-de-genero/#gs.U1PnmqQ
CONNELL, 2017. Usando a teoria do sul: descolonizando o pensamento social na teoria, na pesquisa e na prática. Epistemologias do sul, Foz do iguaçu/PR, 1 (1), pp. 87-109, 2017
CRENSHAW, Kimberle. Documento para o encontro de especialistas em aspectos da discriminação racial relativos ao gênero. Estudos Feministas, 1/2002, p. 171-188.
CURIEL, Ochy, 2009. Descolonizando el feminismo: una perspectiva desde america latina y el caribe. Primer Coloquio Latinoamericano sobre Praxis y Pensamiento Feminista, Buenos Aires, Junio 2009.
DAVIS, Angela. Mulheres, raça e classe. SP, Boitempo, 2016, cap.1
ESPINOSA, Yuderkys. Y la una no se mueve sin la otra: descolonialidad, antiracismo y feminismo. Una trieja inseparable para los procesos de cambio. Revista venezolana de Estudios de la Mujer – enero – junio 2016 – vol. 21/n° 46 pp. 47-64
GORDANO, Cecília 2009. Construyendo sentido sobre internet en el espacio de la diáspora: mujeres latinas inmigrantes en Granada. Feminismo/s 14, diciembre 2009, pp. 143-162.
GROSFOGUEL, 2016. A estrutura do conhecimento nas universidades ocidentalizadas:racismo/sexismo epistêmico e os quatro genocídios/epistemicídios do longo século XVI. Revista Sociedade e Estado – Volume 31 Número 1 Janeiro/Abril 2016.

GROSFOGUEL, R.; CASTRO GOMES, S.. El giro decolonial Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores; Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontifi cia Universidad Javeriana, Instituto Pensar, 2007.

GROSSFOGUEL, COSTA, 2016. Decolonialidade e perspectiva negra. Revista Sociedade e Estado – Volume 31 Número 1 Janeiro/Abril 2016
HILL COLLINS, Patricia. Aprendendo com a outsider within*: a significação sociológica do pensamento feminista negro. Revista Sociedade e Estado – Volume 31, Número 1, Janeiro/Abril, 2016
HOOKS, Bel. Mulheres negras moldando a teoria feminista. Revista Brasileira de Ciência Política, nº16. Brasília, janeiro – abril de 2015, pp. 193-210.
HUERFANO, Eliana; CABALLERO,F.; ROJAS,C. Hacia una Epistemología del Sur. Decolonialidad del saberpoder informativo y nueva Comunicología Latinoamericana. Una lectura crítica de la mediación desde las culturas indígenas. Chasqui. Revista Latinoamericana de Comunicación N.º 131, abril – julio 2016, pp. 77-105.
LORDE, Audrey. As ferramentas do mestre nunca vão desmantelar a casa-grande. Geledés, 2013. https://www.geledes.org.br/mulheres-negras-as-ferramentas-do-mestre-nunca-irao-desmantelar-a-casa-do-mestre/#gs.NEDRDAc.
LUGONES, Maria, 2008. Colonialidad y género. Tabula Rasa, núm. 9, julio-diciembre, 2008, Universidad Colegio Mayor de Cundinamarca, Bogotá, Colombia, pp. 73-101
LUGONES, Maria. Rumo a um feminismo descolonial. Estudos Feministas, Florianópolis, 22(3): 320, setembro-dezembro/2014
MIGNOLO, W. El pensamiento decolonial: desprendimiento y apertura. Un manifiesto. In GROSFOGUEL, R. CASTRO GOMES, S. El giro decolonial Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores; Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontifi cia Universidad Javeriana, Instituto Pensar, 2007, p.25-46.
NATANSOHN, Graciela. Por uma agenda feminista para internet e as comunicações digitais. In: Larissa Pelúcio; Heloísa Pait; Thiago Sabatine. (Org.). No Emaranhado da Rede – gênero, sexualidade e mídia, desafios teóricos e metodológicos do presente. 1ed.SP: Annablume, 2015, p. 33-44.
QUIJANO, Decolonialidad del poder y clasificación social. In GROSFOGUEL, R.; CASTRO GOMES, S.. El giro decolonial Reflexiones para una diversidad epistémica más allá del capitalismo global. Bogotá: Siglo del Hombre Editores; Universidad Central, Instituto de Estudios Sociales Contemporáneos y Pontifi cia Universidad Javeriana, Instituto Pensar, 2007 p. 93-126.
RIVERA, Claudio Maldonado. Introducción: Apuntes sobre descolonización epistémica en el pensamiento comunicológico regional. Chasqui. Revista Latinoamericana de Comunicación. N.º 131, abril – julio 2016.
RIVERA, Claudio Maldonado.. Prácticas Comunicativas Decoloniales en la Red. Redes.Com n°8, 2013, pp.131-151.
ROZO SANDOVAL, 2016 Prácticas comunicativas en contexto, para un conocimiento otro de las tecnologías. Chasqui. Revista Latinoamericana de Comunicación. N.º 131, abril – julio 2016, pp. 181-198.
SANDOVAL, Chela. Nuevas ciencias. Feminismo cyborg y metodología de los oprimidos. Em: bell hooks, Avtar Brah, Chela Sandoval, Gloria Anzaldúa. Otras inapropiables. Feminismos desde las fronteras. Madrid: Traficantes de Sueños, 2004. Disponível em http://biblio3.url.edu.gt/Libros/2012/otra_Ina.pdf
SOUZA SANTOS, Boaventura. Descolonizar el saber, reinventar el poder. Montevideo, Trilce, 2010.
TRISTAN, J. TRINIDAD,C.. El proyecto Iberoamérica Social. Teoría, articulación y práctica para la desc-olonización del conocimiento. Redes.com no 14 Em http://revista-redes.hospedagemdesites.ws/index.php/revista-redes/article/view/446
WERNECK, Jurema. 2004. De Ialodês y Feministas. Reflexiones sobre la acción política de las mujeres negras en América Latina y El Caribe. http://glefas.org/de-ialodes-y-feministas-reflexiones-sobre-la-accion-politica-de-las-mujeres-negras-en-america-latina-y-el-caribe/

COMA62 – TEORIAS DA ANÁLISE DE PRODUTOS E LINGUAGENS DA CULTURA MEDIÁTICA
Profs. Claudiane Carvalho e Giovandro Ferreira
Terça-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos

Ementa:
Teorias e metodologias do domínio da análise dos discursos mediáticos. O dispositivo da enunciação na semiose mediatizada. A teoria das operações enunciativas segundo Antoine Culioli, sua influência na sociossemiótica e na abordagem da complexidade das matérias significantes dos discursos mediáticos. O fenômeno social da mediatização, as práticas discursivas e a construção do acontecimento.

I. Mediatização e discurso
- Da mediação à mediatização? Ou a mediatização em diferentes mediações?
- O papel e a influência dos meios de comunicação na sociedade e na cultura
- Diferentes abordagens e perspectivas sobre o conceito de mediatização
- Mediatização: um paradigma emergente para os estudos mediáticos?

II. Mediatização e construção do acontecimento
- O acontecimento enquanto construção discursiva
- Uma perspectiva triádica da construção do acontecimento
- O acontecimento e os contratos de comunicação e leitura
- Acontecimento e mediatização

III. Mediatização e enunciação
- O conceito de enunciação
- Por uma teoria da enunciação abstratizante (Antoine Culioli)
- A enunciação e os processos de mediatização
- Estudos empíricos sobre a enunciação mediática

Referências bibliográficas:

CHARAUDEAU. Patrick. Discurso das mídias. 2. ed., 1a reimp. Trad. Ângela S. M. Corrêa. São Paulo: Contexto, 2012.
CHARAUDEAU, Patrick. Sur l’événement médiatique, 2013. Réaction à la journée du LCP: ‘La démocratie technique à l’épreuve de l’événement dramatique. Disponível em:
<http://www.patrick-charaudeau.com/Sur-l-evenement-mediatique.html> Acesso em: mai. 2014.
CHARAUDEAU, Patrick; MAINGUENEAU, Dominique. Dicionário de análise do discurso. Coord. da Trad. Fabiana Komesu São Paulo: Contexto, 2004.
CINGOLANI, Gastón. Para una teoría de las operaciones enunciativas de los juicios de gusto. Tesis de doctorado, Facultad de Filosofía y Letras, Universidad de Buenos Aires, noviembre de 2012.
COULDRY, N. Actor network theory and media: do they connect and on what terms?, in A. Hepp et al. (eds) Cultures of Connectivity, 2004.
CULIOLI, Antoine. Pour une linguistique de l’énonciation – opérations et représentations, Tome 1, Paris, Ophrys, 1990.
_________________. Pour une linguistique de l’énonciation – formalisation et operations de repérage, Tome 2, Paris, Ophrys, 1999.
_________________. Pour une linguistique de l’énonciation – domaine notionnel, Tome 3, Paris, Ophrys, 1999.
CULIOLI, Antoine e NORMAND, Claudine. Onze rencontres sur le langage et les langues, Paris, Ophrys, 2005.
CULIOLI, A. et al., La théorie de Antoine Culioli – ouvertures et incidentes, Paris, Ophrys, 1992.
————————, Variations sur la linguistique (entretiens avec Frédéric Fau), Bonchamp-lès-Laval, Librairie Klincksieck, 2002, 262 páginas.
DEACON, D. and STANYER, J.. Mediatization: key concept or conceptual bandwagon?, in Media, Culture and Society, n° 36 (7) pp. 1032-1044, 2014.
FAUSTO NETO, Antônio. As bordas da circulação, revista ALCEU – v. 10 – n.20 – p. 55 a 69 – jan./jun. 2010.
FAUSTO NETO, Antônio e VALDETTARO, Sandra. Mediatización, sociedade y sentido – dialogos entre Brasil y Argentina, Universidade Nacional de Rosario, 2010.
FAUSTO NETO, Antonio; FERREIRA, Jairo; BRAGA, José Luiz; GOMES, Pedro. Midiatização e processos sociais na América Latina. São Paulo: Paulus, 2008.
FAUSTO NETO, Antonio; MOUCHON, Jean; VÉRON, Eliseo (Org.). Transformações da midiatização presidencial: corpos, relatos, negociações, resistências. São Caetano do Sul: Difusão, 2012.
FERREIRA, Giovandro Marcus. Estudos de Comunicação: as semioses da mediatização. Anais I International Congress in Culture, Covilhã (Portugal), 2015.
FERREIRA, Giovandro Marcus. Em busca da retomada (dos estudos) da comunicação como fator de mudança social: WEB 2.0 e participação política, prelo, 2015. Palestra proferida em 10 de outubro de 2014, na conferência sobre “Political Partcipation and Web 2.0: The Particpation Gap”, Covilhã, Portugal.
FERREIRA, Giovandro Marcus e ANDRADE, Ivanise Hilbig de. Percurso da reflexão sobre a mediatização nos estudos de Eliseo Verón. Anais do V Colóquio Brasil-Argentina de Ciências da Comunicação, Rio de Janeiro, 2015. (publicação no prelo)
FERREIRA, Giovandro Marcus e MOURA, Clarissa Viana Matos de. Da enunciação aos processos de midiatização: estudos do discurso midiático no interior do CEPAD, in FERREIRA et ali (orgs.). Problema semiótico em pesquisa de comunicação e cultura, Salvador, EDUFBA, 2016.
FERREIRA, Giovandro; SAMPAIO, Adriano de Oliveira e FAUSTO NETO, Antonio (orgs.). Mídia, discurso e sentido. Salvador: Edufba, 2012.
GARCIA, Adriana Domingues. Nem tudo é midiatização: como entender, ver e analisar a complexidade dos processos comunicacionais sem banalizar. Emancipação, v. 11, n. 2, p. 215-224, 2011.
HEPP, Andreas. Cultures of mediatization, Polity Press, Cambridge, 2013.
HEPP, Andreas, HJARVARD, Stig e LUNDBY, Knut. Mediatization: theorizing the interplay between media, culture and society, in Media, Culture & Society, n° 2, vol. 37, 2015.
HEPP, Andreas. 2014. As configurações comunicativas de mundos midiatizados: pesquisa da midiatização na era da ‘mediação de tudo. MATRIZes. 2014, Vol. 8.1, pp. 45-64.
_____________. Mediatization, Media Technologies and the ‘Moulding Forces’ of the Media. Boston : s.n., Internation Communication Association’s Conference, 2011.
_____________. HJARVARD, S, LUNDBY, K. 2015.Mediatization: theorizing the interplay between media culture and society Media, Culture & Society 2015, Vol. 37(2) 314–324
HJARVARD, Stig. A midiatização da cultura e da sociedade, Editora Unisinos, São Leopoldo, 2013.
_______________.Midiatização: teorizando a mídia como agente de mudança social e cultural Mediatization: Theorising the Media as Agents of Social and Cultural Change. MATRIZes, 5(2), 53-92. 2012.
JANOTTI JUNIOR, Jeder; MATTOS, Maria Ângela; JACKS, Nilda. Mediação &
midiatização. Salvador: EDUFBA, 2012.
LOPES, Maria Immacolata Vassalo de. 2014. Mediação e recepção. Algumas conexões teóricas e metodológicas nos estudos latino-americanos de comunicação. MATRIZes. 2014, Vol. 8.1, pp. 65-80.
LUNDBY, Knut (ed.). Mediatization – concept, changes, consequences, Peter Lang, New York, 2009.
LUNDBY, Knut (ed.). Mediatization of communication (Handbooks of Communication Science), vol. 21, De Gruyter, Boston/Berlin, 2014.
MARTÍN-BARBERO, Jesús. Dos meios às mediações: comunicação, cultura e hegemonia. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1997.
U R . Louis. L événement et temps de l histoire: sémantique et herméneutique chez R. Koselleck. In: PETIT, Jean-Luc (Dir.). . Paris: École des Hautes Études en Sciences Sociales, 1991.
U R . Louis. L événement. In: BEAUD, Paul et al. (Dir.). Sociologie de la Communication. Paris: Reseaux: CNET, 1997. p.413-540.
QUÉRÉ, Louis. Entre facto e sentido: a dualidade do acontecimento. Trajectos, Lisboa, n.6, p. 59-76, 2005.
QUÉRÉ, Louis. Por uma abordagem pragmatista dos acontecimentos. Entrevista concedida a Leandro Lage; Tiago Salgado. Eco-Pós, UFRJ, Rio de Janeiro, vol. 14, n. 2, p.
176-183, 2011. Disponível em: <http://www.pos.eco.ufrj.br/ojs2.2.2/index.php?journal=revista&page =article
&op=viewFile&path%5B%5D=449&path%5B%5D=467&gt>. Acesso em: jun.2013
U R . Louis. Les formes de l’événement. In: Ballardini, E; PEDERZOLI, S.; Reboul – Touré, S; TRÉGUER-FELTER, G. (Éds). Les facettes de l’événement: des formes aux signes, mediAzioni 15. 2013. Disponível em: <http://mediazioni.sitlec.unibo.it>. Acesso em: fev.2014
RICOEUR, Paul. Do texto à ação. Porto: Rés Editora, 1989
RICOEUR, Paul. Raisons pratiques. L’événement em perspective. Paris: Ehess, 1991.
RICOEUR, Paul. Discours et communication. Paris: L’Herme, 2005.
RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. A intriga e a narrativa histórica. Tomo 1. Trad. Claudia Berliner. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2010a.
RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. A configuração do tempo na narrativa de ficção. Tomo 2. Trad. Claudia Berliner. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2010b.
RICOEUR, Paul. Tempo e Narrativa. O tempo narrado. Tomo 3. Trad. Claudia Berliner. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2010c
SAMPAIO, Claudiane Oliveira Carvalho. A construção do discurso informativo na relação entre assessoria de imprensa e jornalismo: apontamentos metodológicos para análise. 2014. Tese (Doutorado). Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2014.
SCHILLEMANS, Thomas. Mediatization of public service – how organizations adapt to news media, Peter Lang, Frankfurt, 2012.
SODRÉ. Muniz. A narração do fato: notas para uma teoria do acontecimento. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.
U, ean- ran ois. De l événement au affaires. réquence sud. Revue Camerounaise des Sciences de l Information et de la Communication. Yaoundé, n.20, p.7-25, nov. 2009. (Numéro spécial: L’événement).
VERÓN, Eliseo. Construire l’événement – Les médias et l’accident de three mile island. Paris: Les Editions de Minuit, 1981.
VERÓN. Eliseo. Il est là, je le vois, il me parle, Revue Communications, n° 38, p. 98-120. 1983.
_____________. Le séjour et ses doubles: architectures du petit écran. Ed Temps Libre, 11. 1984, p. 67-78.
_____________. L’analyse du contrat de lecture: une nouvele methode pour lês études de positionnement des supports presse, Les médias, expériences, recherches actuelles, applications, Paris, IREP, 1983, p. 203-229.
_____________. De l’image sémiologique au discursivités. Le temps d’une photo. Paris: Hermès, n. 13-14, 1994. p. 45-64.
_____________. Mediatización, comunicación política y mutaciones de la democracia. Semiosfera, n. 2, 1994. p. 5-36.
_____________. Médiatisation du politique. Stratégies, acteurs et construction des collectifs, Hermès, 1995/3 (n° 17-18), p. 201-214.
_____________. Esquema para el análisis de la mediatización. Diálogos, n° 48. Buenos Aires, 1997. p. 9-16

_____________. Semiosis of mediatization. In: Mendes, C. y Rodriguez Larreta, E. (eds), Media and social perception, UNESCO-ISSC-EDUCAM. Rio de Janeiro, 1999. p. 458-474.
_____________. Fragmentos de um tecido. Trad. Vanise Dresch. São Leopoldo (RS): Editora Unisinos, 2004.
_____________. La mediatizatión, Coleción Cursos y Conferencias, n. 9, Editora da UBA – Universidad de Buenos Aires, 1986.
_____________. La semiosis social, 2: ideas, momentos, interpretantes. Buenos Aires: Paidós, 2013.
_____________. Teoria da midiatização: uma perspectiva semioantropológica e algumas de suas consequências. Matrizes, V. 8 – Nº 1 jan./jun. 2014, São Paulo – Brasil, p. 13-19.
VERÓN, Eliseo e FISHER, Sophie, Théorie de l’énonciation et discours sociaux. Etudes de Lettres, Lausanne, p.71-92, octobre-décembre 1986.
VERÓN, Eliseo e FISHER, Sophie. Antoine Culioli – Escritos, Buenos Aires, Santiago Arcos Editor, 2010.
ZECHETTO, Victorino (Coord), Seis Semiólogos en busca del lector. Buenos Aires: La Crujía, 2008.
COMA66 – TEMAS EM METODOLOGIAS DE ANÁLISE DE PRODUTOS E LINGUAGENS DA CULTURA MEDIÁTICA
Profª Lia da Fonseca Seixas
Quarta-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos
Ementa:

Análise de produtos jornalísticos (fundamentos e metodologia de pesquisa)
Objetivos:

A disciplina se propõe a discutir as principais abordagens e instrumentos de pesquisa qualitativos aplicados à análise dos processos de produção e dos discursos relacionados ao objeto jornalismo. A disciplina estará dividida em dois módulos. O primeiro ficará direcionado aos conceitos fundamentais do fazer-jornalístico. Especificidades da atividade jornalística, suas práticas e normas e de sua constituição como objeto científico. O segundo módulo estará voltado para metodologias de pesquisa para análise de produtos jornalísticos (análise do discurso, análise de conteúdo, estudos de produção da notícia, estudos de agendamento e estudos de caso).

Metodologia:
Aulas expositivas, exercícios analíticos.

Avaliação:
• Presença e participação nas atividades de sala de aula;
• Artigo científico com análise de um produto jornalístico dentro das pesquisas individuais.

Conteúdo programático:
Módulo1
• Campo social, campo jornalístico (editorias), instituição jornalística e organização jornalística;
• Funções e propriedades do jornalismo independente da mídia;
• Valores jornalísticos;
• Objetos de realidade do jornalismo (de fato a pessoa);
• Fontes jornalísticas;
• Teorias do Jornalismo (existe jornalismo e jornalismo(s)?);
• Noticiabilidade em relação a produtos e meios;
• Narrativa jornalística (a dialética do evento e da significação, hierarquização, aprofundamento, pirâmides, sucessão, sequências);
• Gêneros jornalísticos (em relação a produtos e meios).

Módulo 2
• Pesquisa aplicada em jornalismo;
• As metodologias mais frequentes;
• Pragmática da comunicação;
• Análise de conteúdo;
• Análise do discurso;
• Estudo de caso;
• Interfaces com outras áreas e procedimentos

Bibliografia básica

ANDERSON, C.W.; DOWNIE, L.; SCHUDSON, M. The News media. What everyone needs to know. Nova York: Orford University, 2016.
Anderson, C.W./Bell, E./Shirkey, C. Post-Industrial Journalism: Adapting to the Present. Relatório do Toward Center for Digital Journalism, 2012.
BARDIN, L. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70, 2011.
BOURDIEU, P. Sobre a televisão. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1997.
BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 1999.
BOURDIEU, P. Coisas Ditas. São Paulo: Brasiliense, 2004.
DAHLGREN, Peter. The political web: media, participation and alternative democracy. Basingstoke, England: Palgrave Macmillan, 2013, 195 pgs.
DEUZE, Mark. What is journalism? In: Journalism, V.6, N.4, 2005. Disponível em: http://journals.sagepub.com/doi/abs/10.1177/1464884905056815. Acesso em julho de 2017
DEUZE, Mark; WITSCHGE, Tamara. O que o jornalismo está se tornando. In: Revista Parágrafo, v.4, n.2, 2016. disponível em:http://revistaseletronicas.fiamfaam.br/index.php/recicofi/article/view/478. Acesso em julho de 2017.
STEARNS, J. Acts of Journalism: Defining Press Freedom in the Digital Age. New York: Free Press, 2013.
FRANCISCATO, C. E. A atualidade no jornalismo. Base para sua delimitação teórica. Tese Pós-Com, Salvador, 2003. Disponível em: http://poscom.tempsite.ws/wp-content/uploads/2011/05/Carlos-Eduardo-Franciscato.pdf. Acesso em agosto de 2011. P. 21 – 39.
FRANCISCATO, C. E. Novas perspectivas para uma sistematização das teorias do jornalismo. In Texto (UFRGS. Online), v. 0, p. 658-676, 2015.
FRANCISCATO, C. E. Tecnologia, inovação e capital social das organizações jornalísticas. In: Jacqueline Lima Dourado; Denise Maria Moura da Silva Lopes; Renan da Silva Marques. (Org.). Economia Política do Jornalismo: tendências, perspectivas e desenvolvimento regional. 1ed.Teresina: EDUFPI, 2016, v. 1, p. 117-147.
FRANCISCATO, C. E. Limites teóricos e metodológicos nos estudos sobre noticiabilidade. In : SILVA, Gislene; SILVA, Marcos Paulo da ; FERNANDES, Mario Luiz. (orgs.) Critérios de noticiabilidade. Problemas conceituais e aplicações. Florianópolis : Insular, 2014.
GALTUNG, J. & RUGE, M. H. A estrutura do noticiário estrangeiro. A apresentação da crise do Congo, Cuba e Chipre em quatro jornais estrangeiros. In: TRAQUINA, Nelson (Org.). Jornalismo: questões, teorias e “Estórias”. Lisboa: Veja, 1999.
GIDDENS, Anthony. Novas regras do método sociológico: uma crítica positiva das sociologias compreensivas. Lisboa: Gradiva, 1996.
GIL, Antônio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. GOMIS, Lorenzo. Teoría del periodismo: cómo se forma el presente. Barcelona: Paidós, 1991.
GOMES, Wilson. Jornalismo, fato e interesses. Ensaios de Teorias do Jornalismo. Florianópolis: Insular, 2009.
GOMES, W. Transformações da política na era da comunicação de massa. São Paulo, Paulus, 2004.
GROTH, O. O Poder Cultural Desconhecido. Fundamentos da Ciência dos Jornais. Petrópolis: Vozes, 2011.
GUTMANN, Juliana. Formas do telejornal. Linguagem televisiva, jornalismo e mediações culturais, Salvador: EDUFBA, 2014.
HARCUP; O’NEILL. What Is News? Galtung and Ruge revisited. Journalism Studies, v.2, n.2, dezembro, p.261-280, 2001.
HARCUP; O’NEILL. What Is News? Galtung and Ruge revisited (again). Journalism Studies, março, 2016.
LAGE, N. A estrutura da notícia. São Paulo: Ática Edição, 1985.
LAKATOS, E. M,; MARCONI, M. Metodologia do Trabalho Científico. 4. ed. São Paulo, Ed. Atlas, 1992.
SCHUDSON, M. Descobrindo a Notícia. Uma história social dos jornais nos Estados Unidos. Petrópolis: Vozes, 2010.
SCHUDSON, Michael. The objectivity norm in American journalism. In: Journalism, v.2, n.2, p 149-70, 2001.
SEIXAS, Lia; BORGES, Jussara. Do que se trata noticiabilidade In: Intexto, Porto Alegre, UFRGS, n. 38, p. 157-172, jan./abr. 2017.
SEIXAS, Lia, MARQUES, Estela. O valor humano no critério de noticiabilidade. In: Encontro da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), 14, 2016, Anais…Palhoça: Unisul, 2016.
SEIXAS, Lia. SEIXAS, Lia. Redefinindo os gêneros jornalísticos. Proposta de novos critérios de classificação. Portugal: LabCom Books, 2009. (Coleção Estudos de Comunicação). Disponível em: http://www.labcom-ifp.ubi.pt/ficheiros/20110818-seixas_classificacao_2009.pdf
SOUZA, Jorge Pedro. Pesquisa em jornalismo: o desbravamento do campo entre o século XVII e o século XIX. bocc – Biblioteca On-line de Ciências da Comunicação. 2007. Disponível em: . Acesso em: 5 de jan. 2010.
TRAQUINA, N. Teorias do Jornalismo: porque as notícias são como são. vol. 1 Florianópolis: Insular/Pósjor UFSC, 2004.
TRAQUINA, N. (org.). Jornalismo: questões, teorias e “estórias”. Lisboa: Vega, 1993.
WAHL-JORGENSEN, K.; HANITZSCH, Thomas. (org.) Handbook of Journalism Studies. New York: Routledge, 2009.
WOLF, M. Teorias da Comunicação. 5ª edição. Lisboa: Editorial Presença, 1999. p. 200-220.
ZELIZER, Barbie. What journalism could be. Reino Unido: Cambridge. 2017.
ZELIZER, Barbie (org). The changing face of journalism. Tabloidization, technology and truthiness. Nova Yrk: Routledge, 2009.
ZELIZER, Barbie. Journalist as interpretive communities. Critical Studies in Mass Communication. N. 10. 1993.

COMA76 – COMUNICAÇÃO E POLÍTICA
Prof. Wilson da Silva Gomes
Terça-feira – Das 13h55min. às 17h35min.
68h – 4 Créditos
Tema: Introdução à Democracia Digital
Modalidade: EAD
Coordenação: INCTDD

Ementa:

A democracia digital consiste no emprego de recursos tecnológicos, de projetos baseados em tecnologias e até das experiências de uso pessoal e social das tecnologias de comunicação e informação para produzir mais democracia e melhores democracias. O objetivo da disciplina é apresentar a história da e-democracia, os principais subtemas e campos envolvidos, além de discutir alguns dos seus principais problemas e perspectivas. Em suma, o estudante será apresentado ao “estado da arte” dos usos das tecnologias e práticas de comunicação, particularmente daquelas relacionadas à internet, em benefício da democracia.

Metodologia:

A disciplina terá as seguintes características:
• Oferecida na modalidade EaD (com possibilidade de eventos presenciais locais)
• Preparada e oferecida em rede, envolvendo os 18 PPGs abrangidos pelo INCT.DD
• Com matrícula e avaliação final no PPG local

Avaliação:
• Uma avalição por unidade do curso, na plataforma empregada, com 20 questões. Peso total: 50%
• Trabalho final, na forma de artigo: Peso total: 50%

Programa:

PROFESSOR INSTITUIÇÃO PERÍODO
UNIDADE I
01 História do conceito de democracia digital W. Gomes UFBA 02-07/10/’17
02 História do conceito de democracia digital W. Gomes UFBA 09-14/10/’17
03 Modelos de democracia digital W. Gomes UFBA 16-21/10/’17
04 Principais temas e tendências W. Gomes UFBA 23-28/10/’17
05 Democracia digital, e-gov e política online W. Gomes UFBA 30/10-04/11/’17

UNIDADE II

06 Participação política J. Marques UFPR 06-11/11/’17
07 Consultas online C. Aggio UFMG 13-18/11/’17
08 OP digital R. Sampaio UFPR 20-25/11/’17
09 Ativismo K. Prudêncio UFPR 27/11-02/12/’17
10 Ação conectiva R. Fabrino UFMG 04-09/12/’17

UNIDADE III
11 Deliberação S. Barros UFBA 11-16/12/’17
12 Esfera pública conectada C. Penteado UFABC 18-22/12/’17
13 Discussão política online R. Carreiro UFBA 08-13/01/’18

UNIDADE IV

14 Transparência digital M. P. Almada UFBA 15-20/01/’18
15 Transparência e Dados abertos S. Pereira UnB 22-27/01/’18
16 Representação política digital A. Ituassu PUC-Rio 29/12-03/02/’18
17 Parlamento digital C. Ferri CEFOR-DF 05-09/02/’18